Meio Ambiente: Comunicólogos de Porto Velho debatem lixo plástico e os efeitos nos rios

No mês em que o mundo promove eventos diversos em comemoração a Semana do Meio Ambiente com encerramento neste sábado (9), alguns comunicólogos de Porto Velho se reuniram para uma reflexão sobre a importância da preservação ambiental e necessidade de adotar políticas públicas para o setor tendo o homem como protagonista. Esse ano os eventos sobre meio ambiente no mundo inteiro tratou do grande vilão chamado lixo plástico. A necessidade de manter uma relação responsável com os recursos naturais foi ressaltada. Além de expandir estudos, pesquisas e debates, em torno do assunto, a Semana Mundial do Meio Ambiente de 2018 foi marcada pela mobilização contra a poluição plástica dos mares e rios – considerada uma das principais causas de danos às espécies aquáticas, que depois de ingerir o plástico morrem de fome, uma vez que o lixo obstrui a ingestão de alimento pelo animal.

Defensora de questões socioeconômicas e ambientais com metodologias inclusivas, a jornalista Claudia Moura disse aos colegas debatedores, que soluções para problemas sociais do país – especialmente na região Amazônica – passam necessariamente por temas ambientais. “Estamos encerrando nesta data, a Semana do Meio Ambiente, um assunto importante para todos, porque não se restringe somente aos nossos ecossistemas, mas também, traz um alerta para a preservação da vida humana no campo e na cidade”, lembrou Claudia.

Os debatedores comemoraram a boa notícia da semana: no dia 4 último, o Ministro Meio Ambiente, Edson Duarte, assinou a portaria que cria a comissão gestora do plano nacional de combate ao lixo no mar, visto pelos profissionais como resultantes de mobilização mundial, uma vez que a ONU também integra esta comissão que terá um ano para concluir o plano nacional como o objetivo de ouvir setores diversos da sociedade por meio de consulta pública.

Ações em Rondônia

Expandir as ações sugeridas pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, onde Claudia Moura foi Coordenadora do Programa Boas Práticas Socioambientais e do Conselho Empresarial de Turismo, é muito importante, defendeu o publicitário Jean Pereira.  Ele relata sobre a preocupação das autoridades ambientais mundiais que afirmam que “se o problema da poluição por resíduos plásticos não for resolvido até 2050 teremos mais volume desse tipo de lixo nos mares e rios do que espécies de peixes, o que, na avaliação das autoridades, representará uma catástrofe para a humanidade.

 Na avaliação do publicitário George Luiz, não há porque tratar questões ambientais se o homem não pode se incluir nesse processo. Precisamos preservar, sim, a natureza, deste que esteja claro que o ser humano faz parte dela. O conceito de preservação ambiental, há muito defendido no passado, precisa ser revisto. O homem precisa trabalhar, precisa produzir riquezas e, concomitante a tudo isso, preservar espaço ocupado por ele, disse George Luiz.  O coletivo vai nessa mesma direção, quando se trata de um país. “No conceito atual, é cada vez mais clara a idéia de que não há desenvolvimento sem preservação ambiental, assim como não há também preservação sem desenvolvimento, opinou o publicitário.

Da Asserssoria

 

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