Notícia do Estado
quinta-feira , 24 agosto 2017

Porto Velho – ABERTA DISCUSSÃO SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DO MERCADO CULTURAL E OUTROS ESPAÇOS NA GESTÃO HILDON CHAVES ATÉ 2017

Nas conversas tratadas com a reportagem de o NEWS RONDÔNIA, o presidente Antônio campo Fernandes admitiu, em caráter extra-oficial, ‘a possibilidade de o Mercado vir a ser privatizado no decorrer do atual governo’.

Porto Velho, Rondônia – Em meio à grande polêmica, surgida no curso do Fórum Municipal de Cultura, realizado nos dias 26 e 27 de maio pretérito, a suposta privatização do Mercado Cultural e de outros espaços que desenvolvem atividades culturais na cidade, voltou à baila, nesta quarta-feira (14).

Em poucas palavras, devagar e devagarinho, a Fundação Cultural (FUNCULTURAL) viria sendo questionada à respeito dessa medida, há bastante tempo, desde a posse do prefeito Hildon Chaves (PSDB) por artistas e freqüentadores sobre a melhor destinação a ser dada à cultura local para o quadriênio 2017-20.

Sobre, no tocante à permanência de novos e antigos ocupantes do Mercado Cultural, até agora, à Prefeitura ainda não se pronunciou, mas já teria autorizado a Fundação Cultural a elaborar um relatório sobre as prováveis mudanças a serem implementadas. Inclusive com o calendário de atividades previsto para este ano.

Nas conversas tratadas com a reportagem de o NEWS RONDÔNIA, o presidente Antônio Ocampo Fernandes admitiu, em caráter extra-oficial, ‘a possibilidade de o Mercado vir a ser privatizado no decorrer do atual governo’. Mas, na oportunidade, descartou essa possibilidade para este ano.

Contudo, dizia ele que, ‘é um assunto que pode vir a fomentar ainda muitas discussões e debates acalorados’. Porém, deveria ser proposto ao prefeito via grupos de interesse que já atuam ou que pretendem exigir espaços mais interativos, independentemente da política oficial rumo a modernização dos ambientes ora oferecidos ao público local,  turistas e visitantes.

Do patrimônio municipal

Além do Mercado Cultural, continua muito grande o questionamento sobre a demora da gestão Hildon Chaves oficializar o calendário de atividades culturais e artísticas para este ano ao público. Ocampo, na ocasião, não se disse preocupado com as polêmicas em torno de uma possível mudança de posição do que era praticado pelos ex-gestores e do que pretenderia fazer a nova gestão daqui pra frente.

Enquanto isso, permissionários ainda demonstram grande descontentamento com o fim do ponto de taxi. Segundo eles, ‘responsável por grande parte do movimento de servidores, entre turistas e visitantes’ que adentravam o Mercado, freqüentavam a praça Getúlio Vargas ou iam em busca de informações turísticas sobre a Estrada de Ferro Madeira Mamoré e o imaginário cultural, artístico e o geográfico vivenciado na Porto Velho Antiga.

Fonte: News Rondônia 

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